O nosso tempo se desfez sem culpa, minha amiga
foi tempestade momentânea de amor e sexo
deixou saudades e uma lição: paixão não se mendiga.
Todo pedaço de vidro na rua possui o seu reflexo.
e o velho coração afoga-se nessas loucas rimas
e a cabeça teimosa quer apenas poesia
enquanto uns poetinhas lutam por obras primas,
desejo findar a goteira da melancolia.
Quero beber dessa cachaça imunda, amarga e doente,
como faz um bêbado de sentimento permanente.
Esse vício de tragar a fumaça da saudade,
não apresenta qualquer sintoma há muitos anos.
Talvez algumas ressacas e uns versos sem compromisso,
prazerosamente causados por esse seu feitiço.
foi tempestade momentânea de amor e sexo
deixou saudades e uma lição: paixão não se mendiga.
Todo pedaço de vidro na rua possui o seu reflexo.
e o velho coração afoga-se nessas loucas rimas
e a cabeça teimosa quer apenas poesia
enquanto uns poetinhas lutam por obras primas,
desejo findar a goteira da melancolia.
Quero beber dessa cachaça imunda, amarga e doente,
como faz um bêbado de sentimento permanente.
Esse vício de tragar a fumaça da saudade,
não apresenta qualquer sintoma há muitos anos.
Talvez algumas ressacas e uns versos sem compromisso,
prazerosamente causados por esse seu feitiço.
Olá! Gostei dos seus poemas e, em especial, deste soneto. Admiro muito a arte da palavra.
ResponderExcluir[Cheguei aqui por causa de comentários (antigos) seus no meu blog.]
Oi Mariane, que bom que gostou! Fico feliz pelo comentário, volte sempre haha
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