Existe toda uma jornada
para atravessar a madrugada.
são exatamente sete infernos,
que nos levam a três céus, amenos.
O primeiro inferno é curto,
rasga a primeira meia hora depois da meia-noite.
O segundo estala nossos olhos,
nos faz contar seus longos minutos,
que remetem a sentimentos profundos.
O inferno terceiro é um tiro certeiro,
nos consome sem dó nem piedade.
Nesse momento afundamos no mar da sobriedade.
O próximo é o quarto
e no relógio já são três.
E por mais meia hora,
sinto falta da minha embriaguez.
Às três e meia vem o quinto inferno,
ah meu camarada!, esse sim parece eterno!
Amarguras remoídas e um coração despedaçado,
o quinto inferno me deixa arrasado.
O sexto inferno trás a solidão,
nesse ponto as horas perdem seu valor
e tudo o que importa é vomitar no papel o meu rancor.
O galo canta a chegada do último inferno,
e por essa recepção ele parece até envaidecido.
O último inferno parece intolerável,
apenas os últimos goles da garrafa
torna seu problema solucionável.
O sono chega às sete,
junto com o primeiro céu.
juro que queria explicar como é o paraíso,
mas o álcool consumiu o meu juízo.
Por pouco não chego ao segundo,
mas sabe como é camarada,
acabei de encontrar lugar imundo
para descansar esse meu corpo moribundo,
afinal é tarde, logo menos eu vou acordar
pois vem chegando um novo inferno,
para eu enfrentar.
para atravessar a madrugada.
são exatamente sete infernos,
que nos levam a três céus, amenos.
O primeiro inferno é curto,
rasga a primeira meia hora depois da meia-noite.
O segundo estala nossos olhos,
nos faz contar seus longos minutos,
que remetem a sentimentos profundos.
O inferno terceiro é um tiro certeiro,
nos consome sem dó nem piedade.
Nesse momento afundamos no mar da sobriedade.
O próximo é o quarto
e no relógio já são três.
E por mais meia hora,
sinto falta da minha embriaguez.
Às três e meia vem o quinto inferno,
ah meu camarada!, esse sim parece eterno!
Amarguras remoídas e um coração despedaçado,
o quinto inferno me deixa arrasado.
O sexto inferno trás a solidão,
nesse ponto as horas perdem seu valor
e tudo o que importa é vomitar no papel o meu rancor.
O galo canta a chegada do último inferno,
e por essa recepção ele parece até envaidecido.
O último inferno parece intolerável,
apenas os últimos goles da garrafa
torna seu problema solucionável.
O sono chega às sete,
junto com o primeiro céu.
juro que queria explicar como é o paraíso,
mas o álcool consumiu o meu juízo.
Por pouco não chego ao segundo,
mas sabe como é camarada,
acabei de encontrar lugar imundo
para descansar esse meu corpo moribundo,
afinal é tarde, logo menos eu vou acordar
pois vem chegando um novo inferno,
para eu enfrentar.