quarta-feira, 31 de julho de 2013

DÊ-ME O CAMINHO, GOETHE

Nunca tive a esperança das crianças. Nunca acreditei em mudanças radicais. Meu sentimento em relação ao mundo tem se tornado cada vez mais ruim e talvez seja por isso que meu alcoolismo tenho crescido consideravelmente nesses últimos meses. Como tem sido bom afogar-me no álcool. Por alguns momentos eu sinto o pensamento voar para as mais longínquas terras. Minha terra do nunca, onde nunca estou feliz e o nunca faz parte do todo. Busco desesperadamente sentir algo que realmente me mantenha em pé. Perdi as esperanças e sinto meu coração congelando como se estivesse nas gélidas águas árticas. Goethe, através de Werther, já me ensinou a fuga desses problemas e parece à cada momento que essa solução fez-me sentir mais vivo e disposto a alcança-lá. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

"HOJE EU ACORDEI COM MEDO, MAS NÃO CHOREI..."

"De repente a gente vê que perdeu ou está perdendo alguma coisa, morna e ingênua que vai ficando no caminho..."

("Poema" - Letra de Cazuza, interpretada por Ney Matogrosso)