sábado, 31 de agosto de 2013

O MUNDO É DOS BÊBADOS

O mundo é dos bêbados e ponto.
E não existe razão. 
Esses condenados pela solidão
apenas querem um ombro.
Ou algo perto disso. 
Se encantaram pelo feitiço,
que os embriagou com poucas gotas.
Agora trocam as peles rotas,
por outras alcoólicas.

Todos nós temos um bêbado preso,
basta apenas uma decepção
e lá esta ele afogando a emoção.
"Isso não é ruim", ele grita.
"Só quero sair ileso!"
Mas o álcool condena,
e engana-se quem acredita
que a culpa é pequena.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

DESILUSÃO RIMA COM SOLIDÃO

Na xícara, emoções
saboreio desilusões.
O cigarro na mão,
combate a solidão.

Pensamentos aleatórios
esvaem-se por mágica.
No meio da sátira
sentimentos alegóricos.

Não é surpresa pra mim
ver você partir assim.
A pior sensação,
é assistir ao café esfriar
e o cigarro apagar.


sábado, 24 de agosto de 2013

"LONGE DA ALEGRIA, MAIS PERTO DA DOR.."

A solidão me devora
porque partir agora?
sintonizo sua razão,
espero compaixão.

Esbravejo pelos cantos
humilhando alguns anjos.
Esperamos milagres,
recebemos miragens.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

PEQUENOS FUROS DE CANETA

Rimas fáceis vem e vão
formam traços cegos
escritos de satisfação.

Na balada de sempre
me perco novamente
antes mesmo de explicar a razão
por me entorpecer na sua visão;

O sol no rosto
a caneta no bolso,
meus versos em suas mãos.

É um longo caminho esse,
Da Negação.
Prefiro que escureça
pra esconder-me do mundo

E de você?

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

AFUNDE NO ESPÍRITO JUVENIL

Caminhe na lua à passos largos
cruze oceanos usando os braços.
Porque esperar pelas ninfas do paraíso?
Enxergue amor na confusão do sorriso
a aurora penetrou na madrugada,
enquanto assisto ao fim do mundo na calçada.
sua boca perdida numa outra
desespera minha mente louca
Prometi que você não queimaria meu coração novamente.
O vento frio congela meu olhar dormente.
olhe para o céu com inocência, E
faça-me chorar pela sua ausência.



sábado, 3 de agosto de 2013

HEY, WAIT!"

Ter uma arma não é a melhor saída
Assistir o sol nascer adia minha despedida.
já não faço questão de sentir-me vivo
sua lembrança desperta o meu instinto.
deixei de acreditar no destino
brinco com o calibre do perigo
mas com a inocência de criança
rezo pelo fim como castigo.
viver é apenas falta de opção.
minha coragem tem limite
e nada vale o que o coração insiste.
meu fim!

como riff de um single
vou me repetindo e consumindo,
quero conhecer o anjo de Bandeira
aquele que fazia descansar os infelizes
e no fim das contas,
arrumaria meus deslizes.

quero descansar e
nunca mais acordar.

"memoria, memoria, memoria, memoria.."

sexta-feira, 2 de agosto de 2013