Não queira saber o que se passa aqui, meu bem,
por vezes meu coração desdenha da razão.
Seus olhos são meus, mas apontam para outro alguém,
não me demoro a perder a alma, o sono e a direção.
Seu passado é sombra escura que me acompanha.
No bar, na rua, até quando você está nua,
sinto-me tomado por essa carga estranha.
Fico angustiado desde o sol até a lua.
Manhã, tarde e noite. Meu amanhã é sempre o mesmo,
vencer esses fantasmas, escolhendo-os a esmo.
Armo minha trincheira enquanto beberico,
sempre ao lado do garçom, aliado fiel.
Mas eu não reclamo do combate, querida,
ciúme e cachaça fazem parte da vida.
por vezes meu coração desdenha da razão.
Seus olhos são meus, mas apontam para outro alguém,
não me demoro a perder a alma, o sono e a direção.
Seu passado é sombra escura que me acompanha.
No bar, na rua, até quando você está nua,
sinto-me tomado por essa carga estranha.
Fico angustiado desde o sol até a lua.
Manhã, tarde e noite. Meu amanhã é sempre o mesmo,
vencer esses fantasmas, escolhendo-os a esmo.
Armo minha trincheira enquanto beberico,
sempre ao lado do garçom, aliado fiel.
Mas eu não reclamo do combate, querida,
ciúme e cachaça fazem parte da vida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário