terça-feira, 1 de agosto de 2017

ENTRE MIRAGENS

Que as banalidades mundanas
não cabem num poema, nós
sabemos. Resta descobrir
se a banalidade poética
incorpora a vulgaridade
(des)humana. Prudente e insana.
Desatamos os nós a sós,
em versos que não fazem rir
nem chorar. Poesia hermética,
coirmã desta realidade. 

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