sábado, 2 de janeiro de 2016

AO MEU SOBRINHO

Seus pequenos ombros suportam tamanha inocência
seus amorosos abraços não sabem o sentido do amor.
Um olhar profundo livre de amarguras e qualquer rancor,
assustado, desperto: um fantasma anuncia a sua ausência.

Entre uma lágrima e outra, o sorriso aberto sem sentido
escancara a pureza sublime desse ser pequenino.
A empatia exala dos bracinhos do nosso menino,
sem esse anjo-guri, exibiríamos esse riso incontido?

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