é ruim ver a morte de um verso.
ela começa tão sorrateiramente,
que parece até o inverso.
infelizmente a concepção não vem fácil
e o que ocorre mesmo é o triste fim do meu verso.
a imaginação narra até certo ponto
e quando tudo está quase pronto:
Bum! Morre o verso!
A caneta pesa,
a cabeça me nega.
O pensamento não sai
e mesmo que se esprema na cachola
tudo o que escrevo no papel é somente esmola.
É a morte lenta do verso.
Nesse momento perde-se a noção do tempo.
O corpo dói e o poeta se remói.
O verso é abortado na sua metade.
Não teve tempo, o pobre coitado.
Sepulto meu verso rasgando o papel,
e escrevo sorrindo
um poema acerca,
do verso finado.
ela começa tão sorrateiramente,
que parece até o inverso.
infelizmente a concepção não vem fácil
e o que ocorre mesmo é o triste fim do meu verso.
a imaginação narra até certo ponto
e quando tudo está quase pronto:
Bum! Morre o verso!
A caneta pesa,
a cabeça me nega.
O pensamento não sai
e mesmo que se esprema na cachola
tudo o que escrevo no papel é somente esmola.
É a morte lenta do verso.
Nesse momento perde-se a noção do tempo.
O corpo dói e o poeta se remói.
O verso é abortado na sua metade.
Não teve tempo, o pobre coitado.
Sepulto meu verso rasgando o papel,
e escrevo sorrindo
um poema acerca,
do verso finado.
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