Medo. Medo do novo. A epifania aconteceu de forma assustadora. Me senti violentado. E pela minha própria mente. Raiva. Um capricho da vida. Mas é simplesmente medo. Um medo tão surreal que me dá vontade fugir e gritar, e fugir mais um pouco. No fundo quero rir. Pois já havia pensado tanto e não sei o motivo de não ter entendido antes. Não era amor, mas sim comodismo. Você estava ali. Me "fazia bem". Me dava o que me contentava. Nunca havia enxergado que poderia alcançar um algo mais. Ainda me sinto entorpecido por esse sentimento. Tenho dúvidas. E mais medo. E muitas dúvidas. Uma descoberta. "Mentira se disser que não penso mais em você". Contudo, entendo que eu mesmo me derrubei e a tristeza que me sufoca foi criada por mim mesmo. Passado. No passado. Esse é o seu lugar. É tempo de escrever o novo.
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